Ser estratégico é fazer aquilo que é necessário; é dedicar energia para fazer o que precisa ser feito; é se dar a oportunidade de fazer um diagnóstico de prioridades e conduzir ações necessárias, seja quais elas forem.
A originalidade reside, essencialmente, na arte de reconhecer a própria ignorância. Dominar essa arte é sinal de maturidade intelectual – uma condição essencial para a singularidade.
O Acordo de Sócios é considerado como prioritário entre todas as práticas de governança.
Através do natural amadurecimento das relações societárias, prevalecem as divergências, quem devem ser tratadas. Essa é a regra básica para a longevidade.
TEM SAÍDA: uma espécie de válvula de escape que ajuda nas soluções aos temas áridos da governança e que estão presentes na vida de sócios e executivos.
A cultura nas organizações é o retrato do jeito como as coisas acontecem; é a soma das singularidades de cada indivíduo que dela faz parte.
Os conselhos só devem ser estruturados se o grau de maturidade de governança atual comportar essa estrutura.
A falta de confiança, a falta de clareza, a deficiência na comunicação e o sentimento de desigualdade, ou até mesmo a mudança de ideias, podem ser geradores de conflitos.
As origens das práticas de governança encontram fundamentos na teoria da agência.
É crucial a customização de programas de aprimoramento das práticas de governança para empresas familiares.
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