Expectativas irreais são a fórmula da infelicidade corporativa. Elas criam rótulos, alimentam ilusões, deterioram culturas e fecham a porta do progresso.
Além dos processos e estruturas de gestão, é importante investir no que mais compromete a governança: as relações, os comportamentos e as atitudes.
Ter credibilidade, estabelecer prioridades, executar o que é essencial e ter o pé no chão são marcas de quem sabe planejar com maturidade. O segredo está no básico bem-feito.
A curiosidade pode ser útil para ampliar repertório e experimentar novas áreas, mas também pode desenvolver competências e dar consistência ao aprendizado.
Redesenhar a governança é sempre um exercício de mudança. Assumir novos papéis significa viver novas atitudes, novos comportamentos e novas formas de agir.
Executivos são líderes inspiradores, estratégicos, capazes de somar, inovar e transformar negócios. Agora, executores são o oposto. E os sócios querem o primeiro.
Entre o idealismo de Platão e o realismo de Nietzsche, ignorar as disputas e limites reais é condenar qualquer estratégia de equidade ao fracasso.
Decidir solitariamente sem imaginar a reação do outro é mais do que erro: é prepotência. E custa caro! Quem joga sozinho, pode até perder o jogo.
A centralização pode até ser funcional — garante controle, velocidade e direção, mas compromete engajamento, inibe ideias, bloqueia inovação e retrai equipes.
A ideologia define comportamentos esperados na execução - o jeito de fazer as coisas, os limites e os valores que orientam atitudes no dia a dia.
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